Mostrando postagens com marcador CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Mostrar todas as postagens

domingo, 23 de novembro de 2014

PLÁSTICO QUE CONSERVA ALIMENTOS POR UM MÊS CHEGARÁ AS PRATELEIRAS EM DEZEMBRO



TOMATE ARMAZENADO COM E SEM AlpFilm Protect, RESPECTIVAMENTE.



          Já pensou em armazenar frutas, verduras e carnes na geladeira e vê-las conservadas por um mês? O que antes era impossível hoje é realidade graças a novo tipo de plástico capaz de conservar alimentos por mais tempo e que chegará às prateleiras dos supermercados no início de dezembro. O produto, chamado de AlpFilm Protect, foi desenvolvido por pesquisadores da Unesp, USP e UFSCar e já pode ser adquirido pela internet por R$ 38,61. (PIOVEZAN, 2014)

          O grande diferencial desse plástico para as embalagens existentes é que ele combate a proliferação de fungos e bactérias nos alimentos embalados. Trata-se de uma tecnologia do futuro que garante o transporte de alimentos com minimização de contaminações e que prolonga, em até quatro vezes, a durabilidade do alimento. Com o uso dessa embalagem as donas de casa podem evitar o desperdício e pressionar o sistema para a diminuição dos preços dos mantimentos. (IDEM, 2014)

          O desenvolvimento do referido produto surgiu de uma pesquisa, há seis anos atrás, depois de uma tese de doutorado sobre nanopartículas de Luiz Gustavo Simões, atualmente sócio da Nanox. Depois de aplicar a tecnologia em secadores de cabelo e tapetes surgiu a ideia de criar um produto voltado para embalagens. Durante um ano, pesquisadores das universidades da Unesp, USP e UFSCar, da Alpes e da Nanox se revezaram nos laboratórios ligados ao Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) até chegar ao produto final. (IBIDEM, 2014)

          Mais um exemplo do desenvolvimento tecnológico brasileiro que lança mais um produto pioneiro e genuinamente nacional. 

Por: L. Gonçalo.

REFERÊNCIAS:


PIOVEZAN, Stefhanie. Pesquisadores criam plástico que evita o desperdício de alimentos. Publicado em: G1- São Carlos/Araraquara. Disponível em: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2014/11/pesquisadores-criam-plastico-que-evita-o-desperdicio-de-alimentos.html . Postado em: 21/11/2014. Acesso: 21/11/2014.



Foto: Divulgação/CDMF

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

MESMO SEM BOLSA DE PESQUISA ESTUDANTE BRASILEIRA PRODUZ FILME CAPAZ E DESPOLUIR RIOS






Gaúcha de 19 anos foi selecionada para o programa americano que incentiva projetos de inovação social desenvolvidos por jovens do mundo inteiro. O evento “ Village To Raise a Child”, promovido pela Universidade de Harvard (USA) será amanhã (08/11) na sede da instituição em Cambridge. Raíssa Müller é uma estudante de Novo Hamburgo que passou um ano desenvolvendo um filtro que absorve óleos e repele água capaz de limpar rios, lagos e oceanos poluídos. A participação de Raíssa no evento é uma oportunidade de contactar investidores e de tornar seu projeto em um produto. (Costa,2014)

Saber que uma aluna, do último ano do curso de química de uma a escola técnica se voluntariou para, junto com o colega Gabriel Chiomento, pesquisar um elemento poroso que absorvesse óleo e derivados e, mesmo sem bolsa ou qualquer outro auxílio formal de pesquisa, conseguiu criar um filme pronto para a aplicação a base de criptomelano( mineral à base de óxido de manganês com capacidade de absorver até 22 vezes o seu próprio volume) é no mínimo FANTÁSTICO. (IDEM, 2014) Mas pra mim não é uma surpresa porque nas universidades e escolas técnicas existem muitas Raíssas que mesmo sem estrutura de pesquisa conseguem resultados maravilhosos, mas que assim como Raíssa precisam de investidores estrangeiros para viabilizar sua descoberta porque nosso país só apoia, de fato, a Ciência e Tecnologia no discurso.  

Parabéns aos pesquisadores e orientadores do referido projeto!

Por: L. Gonçalo.

REFERÊNCIAS:

COSTA, Felipe. Estudante gaúcha vai a Harvard apresentar projeto ambiental. Publicado em: Kzuka. Disponível em: http://kzuka.clicrbs.com.br/lifestyle/noticia/2014/10/estudante-gaucha-vai-a-harvard-apresentar-projeto-ambiental-4627351.html. Postado em: 23/10/2014. Acesso em: 23/10/2014.

Foto: Divulgação/harvard

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

CARRO MOVIDO A ÁGUA SALGADA JÁ É UMA REALIDADE NA EUROPA







Empresa NanoFlowCell conseguiu criar e homologar um carro movido a água do mar. O esportivo Quant e-Sportlimousine, é um protótipo que recebeu a autorização em Munique, na Alemanha, para circular nas estradas do continente. Apresentado durante o Salão de Genebra, na Suíça, o modelo tem uma bateria química que utiliza água do mar para gerar energia elétrica. (KUSSANA, 2014)

Além de ser ecológico o caro também é um esportivo com detalhes impressionantes: pesa 2.300 kg, tem autonomia de 600 km, atinge os 100 km/h em 2,8 segundos e alcança uma velocidade máxima de 378 km/h. Com 5,25 metros de comprimento, o veículo tem portas no estilo “asa de gaivota” e vai custar cerca de1 milhão de reais. (IDEM, 2014)

A ideia de criar um carro esportivo de luxo ecológico revela a preocupação do setor automobilístico com um público cada vez mais exigente e comprometido com o meio ambiente. Enquanto a Europa investe em carros mais eficientes e menos poluentes, o Brasil segue a política do petróleo...

Por: L. Gonçalo.

REFERÊNCIAS:

KUSSANA, Daniela. Carro movido a água salgada é homologado na Europa. In: Mundo Sustentável. Disponível em: http://www.mundosustentavel.com.br/2014/10/carro-movido-a-agua-salgada-e-homologado-na-europa/. Postado em: 09/10/2014. Acesso em: 09/10/2014.

Foto: Mundo Sustentável

terça-feira, 22 de julho de 2014

FILTRO PORTÁTIL QUE GARANTE ÁGUA POTÁVEL PODE SER A MELHOR INVENÇÃO DO ANO





Em meio a crise ambiental que vivemos é preciso desenvolver tecnologias mais simples que tenham maior impacto na vida das pessoas. É o caso do sistema de filtragem móvel da empresa suíça Vestergaard Frandsen, batizado de LifeStraw (“canudo da vida”). Trata-se de um tubo de plástico azul contendo filtros que tornam potável a água contaminada com microorganismos que provocam cólera, febre tifóide e diarréia. Estudos da University of North Carolina em Chapel Hill comprovaram que os filtros de resina halógena do LifeStraw matam quase 100% das bactérias e cerca de 99% dos vírus deixando a água contaminada por Escherichia coli B e Enterococcus faecalis (que são bactérias patogênicas), o vírus MS2 colifago e iodo e prata completamente filtrados a níveis em que não representam mais um risco à saúde de quem ingere a água. Apesar do resultado maravilhoso, o canudo não filtra metais pesados como ferro ou flúor.(BRASIL, 2014)

O LifeStraw é um canudo de 25 cm de comprimento capaz de filtrar até 700 litros de água e deve ser jogado fora quando seus filtros ficam entupidos demais para permitir a passagem de água. Com o sucesso do produto a empresa lançou um purificar microbiológico instantâneo, voltado as famílias, que fornece cerca de 10 litros de água potável em uma hora chamado LifeStraw Family. (IDEM, 2014)

Trata-se de uma ideia que pode mudar o mundo e garantir a sobrevivência de muitas pessoas que vivem em áreas desérticas ou de conflitos, mas que ainda dependerá do interesse de Organizações Não Governamentais (ONGs) e da própria Organização das Nações Unidas (ONU).

Por: L. Gonçalo.


REFERÊNCIAS:

BRASIL, Scientific American. Filtro completo em um canudinho: o canudo que transforma água contaminada em potável removendo bactérias e vírus – e outras invenções para ajuda humanitária. In: Uol. Disponível em: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/filtro_completo_em_um_canudinho.html. Acesso em: 22/06/14.

Foto: Scientific American Brasil


domingo, 6 de julho de 2014

EQUIPAMENTO TRANSFORMA CADEIRA DE RODAS EM SCOOTER






Vi no Facebook uma postagem de um adaptador para cadeiras de rodas muito ágil e interessante que possibilita ao cadeirante se deslocar com mais rapidez e menos esforço pelas ruas. Chamado de Rio Firefly, a tecnologia é composta por uma grande dianteira que se adapta a cadeira de rodas do usuário se assemelhando a uma moto (scooter). O equipamento permite que o usuário atinja uma velocidade máxima de 18 km/h controlada através de um painel de controles automático embutido no “guidão” do Firefly que também dispõe de um velocímetro, uma marcha ré e um freio de mão. O Firefly pesa pouco menos de 15 kg e custa aproximadamente 4.400 reias e já está à venda no Brasil. (INOVA, 2014)

Uma ideia realmente fantástica, mas impossível de se transformar numa realidade aqui no Brasil não apenas pelo preço, mas pela falta de planejamento e de políticas públicas. Já existem leis estabelecem a adequação de prédios, ruas e calçadas para deficientes físicos. Mas como tudo no Brasil a distância entre o que está no papel e que vigora de verdade é um abismo. Mesmo que os deficientes físicos ganhassem o equipamento do governo como eles conseguiriam se locomover pelas ruas e calçadas esburacadas de nossas cidades? Só com um milagre!
A verdade é que antes de vislumbrarmos equipamentos como esse é preciso exigir uma política pública e efetiva voltada aos deficientes e fazer com que nossos representantes trabalhem, ou seja, vai ser uma batalha mais longa que a “Guerra dos Cem Anos”...


Eles melhoram esse modelo:



E transformaram numa cadeira elétrica:




Por: L. Gonçalo.

REFERÊNCIAS:

INOVA, Quem. Tecnologia transforma cadeira de rodas em ‘scooter’. Disponível em: https://queminova.catracalivre.com.br/2014/07/05/tecnologia-transforma-cadeira-de-rodas-em-scooter/. Publicado em: 05/07/14. Acesso: 06/07/14.

Foto: Quem Inova.

terça-feira, 1 de julho de 2014

CARREGUE SEU CELULAR PEDALANDO





Em Paris, os franceses podem carregar seus celulares, tablets e afins em qualquer estação de metrô pedalando. Isso mesmo! As estações de metrô de Paris estão equipadas com máquinas carregadoras de baterias que transformam a energia mecânica dos pedais em energia elétrica, possibilitando aos usuários do metrô carregar seus aparelhos eletrônicos de forma sustentável.

Comparando com nossos metrôs que ainda nem dispõem de bicicletários em todas as estações, a máquina do metrô de Paris nos revela que primeiro mundo é primeiro mundo.





Por: L. Gonçalo.                                                                       Foto: Fernanda Garcez

terça-feira, 10 de junho de 2014

PROJETO PARAIBANO PROMOVE FABRICAÇÃO DE TIJOLOS ECOLÓGICOS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL





Projeto desenvolvido por professores e alunos do Departamento de Química da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande-PB, está beneficiando resíduos de rochas ornamentais e caulim para fabricar tijolos ecológicos. O produto nasceu da parceria da universidade com uma empresa de beneficiamento de mármores e granitos que aplicou sua política de gestão ambiental cedendo o espaço e todo o material reutilizado na fabricação dos tijolos e blocos. (GRANDE.COM.BR, 2014)

A fabricação dos tijolos ecológicos consiste na mistura de água, resíduo de rochas ornamentais, massame e  cimento  na proporção de 1/9, ou seja, uma parte de cimento para nove de solo, quantidade suficiente para fabricar até 25 tijolos de encaixe. Depois de moldados os tijolos são colocados nos períodos de cura (de sete, 28, 60 e 90 dias) para alcançarem dureza e resistência e serem avaliados. A produção semanal é de 75 tijolos ecológicos.

A fabricação de tijolos ecológicos é simples, utiliza resíduos que seriam depositados no ambiente e não requer a queima do material, resultando numa produção limpa. Por isso, eles são uma excelente alternativa para as empresas que buscam sustentabilidade nas edificações.


Por: L. Gonçalo.


REFERÊNCIAS:


GRANDE.COM.BR, Campina. Projeto desenvolvido em Campina Grande promove fabricação de tijolos ecológicos para construção civil. Disponível em: http://www.grandecampina.com.br/2014/06/projeto-desenvolvido-em-campina-grande.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+GrandeCampina+%28Grande+Campina%29. Publicado em 03/06/14. Acesso em: 10/06/14.


Foto: Divulgação / Fonte: Ascom

terça-feira, 3 de junho de 2014

CIENTISTAS CRIAM PLÁSTICO SUSTENTÁVEL FEITO COM CASCA DE CAMARÃO





O impacto da embalagens plásticas é um tema emergencial nos dias atuais. Muitos pesquisadores já desenvolveram embalagens menos impactantes como a de mandioca, a de gelatina e as biodegradáveis. Mas um grupo de pesquisadores de Harvard criou um bioplástico feito de quitosana, que é uma forma de quitina (segundo material orgânico mais encontrado na Terra). A quitina é um polissacarídeo resistente encontrado em crustáceos, insetos e nas asas flexíveis de borboletas. O novo bioplástico é feito com as cascas do camarão, é barato, é resistente, transparente, renovável e de  fácil fabricação. (ECO&AÇÃO, 2014)

A grande novidade desse material é que ele pode ser usado para fazer objetos 3D de formas complexas, como itens feitos com os plásticos usados ​​em brinquedos e celulares, pode ser usado para sacos de lixo, embalagens e fraldas. Além da versatilidade do material o bioplástico de camarão se decompõe em poucas semanas e durante o processo de decomposição libera nutrientes que ajudam o crescimento das plantas.

Comparado com os plásticos que estão em circulação, o bioplástico de camarão é infinitamente superior ao derivado do petróleo e aos derivados de fontes renováveis de biomassa. Só faltou explicar se as pessoas alérgicas a crustáceos podem usar essa material. Agora é torcer pra ele chegar logo ao mercado.

Por: L. Gonçalo.

REFERÊNCIAS:

ECO&AÇÃO,Instituto. Cientistas criam plástico sustentável feito com casca de camarão. Postado originalmente em: Info Online. Disponível em:http://ecoeacao2012.blogspot.com.br/2014/05/cientistas-criam-plastico-sustentavel.html . Postado em: 08/05/14. Acesso em; 08/05/14.

Foto: Info Online


segunda-feira, 19 de maio de 2014

CULTIVO DE SEMENTES TRADICIONAIS PODE SUBSTITUIR O CULTIVO DE TRANSGÊNICOS E GARANTIR MAIS SEGURANÇA ALIMENTAR





Enquanto vários países da Europa estão elaborando leis para controlar ou proibir os transgênicos, os pequenos agricultores da Paraíba utilizam uma tradição familiar de cultivar sementes nativas que garantem produtos orgânicos e resistentes à seca. Conhecidas como “Sementes da Paixão”, as sementes crioulas de variedades tradicionais são resistentes à seca e se adaptam facilmente aos diferentes microclimas da região do semiárido paraibano. 

As sementes crioulas são naturais e não impactam o meio ambiente nem a saúde dos seu consumidores e não precisam ser compradas porque são guardadas pelos próprios agricultores a cada colheita, ou seja, é uma cultura sustentável que está sendo fortalecida pelo Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Remígio (PB), em parceria com a ASPTA (organização não-governamental que valoriza a agricultura familiar e a agroecologia), nas cidades do semiárido paraibano. Uma lavoura de sementes da paixão consiste no máximo aproveitamento das áreas das pequenas propriedades, ou seja, no mesmo roçado (área destinada ao cultivo) é possível plantar vários alimentos ( fava de moita, fava de rama, milho, feijão, abóbora, sorgo) gerando uma diversificação da produção e uma rotatividade do solo que inibe  enfraquecimento da terra.

Na Paraíba, cerca de 8,2 mil famílias trabalham com as sementes da paixão. Uma tradição que devolveu ao agricultor familiar a possibilidade de se manter em suas terras, de conviver com a seca, de voltar a abastecer o mercado local e de tirar de suas pequenas propriedades o sustento de suas famílias. Mais que uma semente resistente, a “Semente da Paixão” é a devolução do campo ao pequeno agricultor que começa a ser valorizado e que, por isso mesmo, retribuem essa fartura através dos bancos de sementes ou bancos comunitários, que são cômodos dentro de casa para guardar as sementes da propriedade e dos vizinhos até o próximo período de chuva. A seleção das "Sementes da Paixão" é feita, pelos próprios agricultores, de maneira criteriosa e armazenada em garrafas Pets ou silos de forma artesanal e sem adição de pesticidas ou conservantes sintéticos. Para assegurar a replicação das sementes em mais propriedades os agricultores paraibanos promovem encontros para trocar sementes. (RURAL, 2014)

O estímulo ao resgate das variedades crioulas no estado da Paraíba foi homologada com a publicação de uma lei que, somada a uma resolução federal na legislação de sementes e mudas, alterou a classificação das referidas sementes de grãos para sementes. Essa alteração dá ao agricultor a possibilidade de negociar sua produção em ambas categorias em todo mercado nacional o que contribuiu para o fortalecimento desse trabalho. (IDEM, 2014) 

Se em vez de abrir as pernas para os grandes laboratórios agrícolas e para indústria dos pesticidas o Governo Federal investisse no incentivo a distribuição de sementes crioulas, não seríamos forçados a comer milho transgênico e nem estaríamos expostos a tanto agrotóxico. Nossa esperança está nos sindicatos rurais, nas Ongs que estimulam esse tipo de produção e nos pequenos produtores que seguem passando a frente, de geração em geração, as sementes que se tornaram uma bandeira de resistência à seca e de afirmação da agricultura familiar do Nordeste.

Por: L. Gonçalo.

REFERÊNCIAS:


RURAL, Globo. Agricultores da PB usam sementes crioulas que resitem a seca no nordeste. Disponível em: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2014/05/agricultores-da-pb-usam-sementes-crioulas-que-resistem-seca-no-ne.html . Publicado em: 18/05/14. Acesso em: 18/04/14.

Foto: Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Remígio.